quarta-feira, 30 de abril de 2008


You are The High Priestess


Science, Wisdom, Knowledge, Education.


The High Priestess is the card of knowledge, instinctual, supernatural, secret knowledge. She holds scrolls of arcane information that she might, or might not reveal to you. The moon crown on her head as well as the crescent by her foot indicates her willingness to illuminate what you otherwise might not see, reveal the secrets you need to know. The High Priestess is also associated with the moon however and can also indicate change or fluxuation, particularily when it comes to your moods.


What Tarot Card are You?
Take the Test to Find Out.

domingo, 27 de abril de 2008

[Sobre meus amigos]

Sempre tive o péssimo habito de me enganar com as pessoas confiar em não devia, fazer muito(não que eu faça algo esperando recompensa) e quando precisei a única coisa que tive foram grandes desilusões. Já havia me habituado a essas amizades descartáveis, até que um dia, vá saber o porque, eu surtei e decidi que não precisava mais de amigos, e assim passei muito tempo apenas com as minhas “amizades convenientes”.

Precisei conhecer o inferno pra me dar conta que tinha amigos, pessoas que eu conhecia a muito tempo, mas não imaginava que me estenderiam a mão, que me ofereceriam o ombro pra chorar. Eu odeio dar “nome aos bois” quando escrevo aqui, mas hoje sinto necessidade de falar sobre essa pouquíssimas pessoas tão especiais na minha vida, necessitava falar sobre meus amigo.

A pessoa, que merece todos os prêmios Nobel , existentes e mais alguns que eu precisaria inventar, só por agüentar minhas crises por telefone, e ainda por cima me fazer rir das desgraças, que se mostrou a melhor amiga que eu poderia querer quando eu mais precisei, tudo bem que a Ligia esqueceu de mim, (na verdade Ela me odeia quer que eu morra *dramatic mode on*)mas mesmo assim eu te amo minha querida. Jordan o padrinho desnaturado a quem eu amo, por nunca ter me apontado o dedo pra dizer que eu estava certa ou errada, e com quem eu sei que posso contar nos melhores e piores momentos.Esse dois eu conheço a séculos mas só me dei conta de que eram meus amigos de verdade a pouco mais de três anos.

André Luis dispensa qualquer comentário, por muito tempo ele foi meu anjo, quem cuidou de mim quando nem eu sabia que precisava de cuidado, o cara que me apresentou as coisa boas da vida, o RPG, a boa música os bons livros a literatura fantástica, na verdade devo muito do que sou hoje devo a ele.

Meus amigos não são feitos apenas pessoas que eu descobri serem minhas amigas, mas também de pessoas que eu conheci por puro capricho da vida, em suas mil voltas, e a quem hoje eu considero como irmãos, Rafaela, a pessoa mais fofa e mais maternal que eu já conheci. Anderson, a quem eu realmente admiro a franqueza, tudo bem que as vezes eu sou uma intrometida e fico dando conselhos bizarros, mas que são muito bons, já que seu ouvisse meus próprios conselhos não iria me ferrar tanto quanto me ferro.

A pessoa que mais tem me agüentado nesses últimos tempo, com quem eu divido os trabalhos da facul, os meus problemas e de quem sempre eu ouço uma boa Idea um bom conselho, que esta sempre disposta a me ajudar Inajara, e olha que quando eu entrei no curso eu num ia muito com a cara dele, por que a achava mandona e autoritária, idéia totalmente equivocada.

E o Luiz Fabrício, o mocinho bonitinho com carinha de bebezinho, a pessoa que me provou que existe sim vida inteligente e gente que vale a pena conversar no Orkut, eu nunca ouvi a voz dele, mas o considero meu irmão mais novo, e de quem eu vou ser madrinha de casamento e dos três filhos dele.

Eu conheço muita gente, mas a poucos eu chamo verdadeiramente de amigo, por quem eu daria o sangue, sem êxitar por um instante, alguns maus e inconseqüentes, mas verdadeiramente corajosos e fiéis.

Também sei que esqueci de algumas pessoas, mas tenho certeza de que serei perdoada, só não espero não ter esquecido da fada malvada, porque ela poderia me lançar um feitiço eu furar meu dedo numa roca (alguém já viu uma roca???) e dormir por 100 anos, até que um príncipe encantado viesse me despertar com um beijo apaixonado (¬¬)...não acho que essa é outra historia não a minha.

sábado, 19 de abril de 2008

O Presente é Instável...

Nome: Kelly Cristina
Data de nascimento:09 de setembro de 1987.
Idade: 20
Local: São Paulo, SP,
Signo: Virgem *ascendente em leão, Lua em Câncer. Sim, sou difi­cil mesmo.*
Altura: 1m e 70cm.
Peso: não importa!
Cor dos olhos: Castanhos, quase pretos
Cor do cabelo: Castanho muito escuro
Seriados de TV favoritos: Heroes, CSI e mais aquele monte de séries "nerd"
Filmes favoritos: Sociedade dos poetas morto
Feriado favorito: Não gosto muito de feriados, nada tá aberto e minha casa tá sempre chata.
Feriado q detesta: Natal e Ano Novo... dá um sentimento de fim, perda... argh!
Cor favorita: Roxo, Preto e azul
A pessoa + doida q vc conhece: Acho que só conheço gente louca...
Uma pessoa completamente idiota: Não falo nada...
Se pudesse encontrar uma pessoa no mundo, quem seria? Não sei... acho que ninguém.
Se pudesse encontrar uma pessoa que morreu, quem seria? Também acho que ninguem, os mortos precisam descançar
O homem mais lindo do mundo: ah essa é facil!... Edu

O Passado é Imutável...

O pior acontecimento de sua infância: Um sonho que eu tive de estar sendo abandonada pela minha mãe. Sim, de concreto, nada que seja muito grave não.
A música da sua infância: Será da Legião.... por motivo nenhum, pq eu cantava sem saber cantar.
A música da sua adolescência: um monte delas não dá pra citar uma só...
O pior acontecimento de sua adolescência: Mudar de vida, amadurecer muito rapido.
O melhor acontecimento da sua infância: Nada de especial também, os meus 6 anos foram os melhores.
O melhor acontecimento da sua adolescência: Conhecer o RPG, se alguém lembrar de mais alguma coisa, please, me avise.
Se vc pudesse voltar no tempo, o que faria? Bom, até tem uma coisinha, mas como eu espero muito resolver essa coisinha, digo que não mudaria nada.

O Futuro Está Sempre Nas Sombras...

Como vc se vê em 10 anos: Pós-graduada, talvez casada, talvez com flihos.
Nomes dos futuros filhos: Guilherme, Paulo Eduardo, ou Marco Antôno
Nomes das futuras filhas: Valentina ou Sofia.
Qual seria sua profissão: Bióloga
Homem dos seus sonhos: Não preciso sonhar.
Onde vc se casaria? Num lugar com muitas árvores.
Vc dorme c/ bichinho de pelúcia? Nep. * o que tem a ver com o futuro, isso?!*
Se pudesse mudar seu penteado, qual seria: Eu só queria conseguir fazer ele abaixar. Não precisava nem se definir entre liso ou cacheado, preto ou castanho, curto ou comprido, com franja ou sem. Essas coisas não me incomodam.
Numa escala de 1-10 (1 + baixo) qual seu nível de romantismo? 7
Tatuagens ou piercings? tatuagem.. mas morro de medo e agulhas.
O que há nas paredes de seu quarto? alguns quadros que eu sinceramente me pergunto o que estão fazendo ali.

È mais uma corrente maldita de blog que termina comigo ok?

quarta-feira, 9 de abril de 2008

[Encontros e despedidas]

Algumas coisas são engraçadas, por mais que você não as alimente elas vão crescendo e crescendo aos poucos mas continuamente. Eu já cansei de dizer, de escrever aqui, que não acredito no amor, e realmente não acredito mesmo, naquela coisa de se doar, corpo, alma e coração a outrem, pra mim amor é respeito e amizade. Pra mim é a isso que se dá o nome de amor.
Tá mas então o que torna aquela pessoa num ser único, em alguém diferente dos milhões de amigos que já se tem ( tá milhões é exagero, então vamos falar daqueles nem 10 a quem eu chamo de amigos). O que te faz sentir as famosas, e que eu quase jurei inexistentes, borboletas no estômago. O que te faz ansiar por aquelas ínfimas horas que se passa juntos e que torna a idéia de despedida uma dor dilacerante.
Por que cada,"Tchau, vai com cuidado, me manda uma mensagem quando chegar" dói mais do que o anterior. cada "quando eu vou te ver novamente?" parece um espaço de tempo quase inconcebível de tão distante, mesmo que esse novamente seja, daqui um mês. por que a cada despedida, mais difícil se torna conter as lágrimas e o grito de "não volta, fica aqui comigo", mas que você nacionalmente o contém antes que esse seja verbalizado.

É por isso que eu odeio amor, faz com que você se sinta da forma mais patética do mundo, te faz agir da forma mais patética do mundo e por mais que eu tente matá-lo de fome, ele permanece ali, se alimentando de não sei o que, mas ao mesmo tempo dando combustível aos meus delírios e devaneios românticos.

Onde eu vou parar com esse novo-velho sentimento não faço idéia, mas se for para ver meu coração de pedra em mil pedaços, que assim seja.

segunda-feira, 31 de março de 2008



Odeio quem me rouba a solidão sem em troca me oferecer verdadeira companhia.

Nietzsche

domingo, 30 de março de 2008

Se os deuses existem, Afrodite novamente brinca com meu coração. Me envia um amor no momento que toda a minha armadura esta vestida e minhas a barreiras estão armadas.

Me manda um amor tão perfeito tão platônico, que me assusta, o que conseqüentemente me faz reagir da pior forma o possível.Eu magôo, machuco quem, amo e isso por menos que eu queira é inevitável, deixo respingar, a lama que sob muitos aspectos anda minha vida.

O medo de me entregar mais uma vez e novamente me iludir me magoar, quando na verdade só o que se quer gritar é eu te amo.

Esse poste não tem a pretensão de ser muito longo, já que o que eu pretendo dizer pode ser dito em poucas linhas.

Desculpe-me se parece que eu não correspondo teus sentimentos, mas essa sou eu tentando me desfazer das minhas armaduras, mas de uma coisa hoje, você pode ter certeza, estar com você é o que eu mais quero, é o que mais almejo, sabe aqueles sonhos bobos de ter uma família pra quem voltar a noite, são culpa sua....

terça-feira, 18 de março de 2008

[Amor...]

Você já amou?
Horrível, não?
Você fica tão vulnerável. O peito se abre e o coração também. Desse jeito qualquer um pode entrar e bagunçar tudo.
Você ergue todas essas defesas. Constrói essa armadura inteira, durante anos, pra que nada possa te causar mal.
Aí, uma pessoa idiota, igualzinha a qualquer outra, entra em sua vida idiota.
Você dá a essa pessoa um pedaço seu. E ela nem pediu. Um dia, ela faz alguma coisa idiota como beijar você ou sorrir e, de repente, sua vida não lhe pertence mais.
O amor faz reféns. Ele entra em você. Devora tudo que é seu e te deixa chorando no escuro.
Por isso, uma simples frase como "talvez a gente devesse ser apenas amigos" ou "muito perspicaz" vira estilhaços de vidro rasgando seu coração.
Dói. Não só na imaginação ou na mente.
É uma dor na alma, no corpo, uma verdadeira dor que entra-em-você-e-destroça-por-dentro. Nada devia ser assim. Principalmente amor.
Odeio amor.

(Neil Gaiman- Entes Queridos, em The Sandman 65)

quarta-feira, 12 de março de 2008

[A vida sem freio me leva, me arrasta, me cega. No momento em que eu queria ver]

Eu sempre tentei ser o mais racional, ponderada, até mesmo fria o possivel. Tudo sempre pelo ponto de vista da razão, claro. Mas por uma coisinha aqui e outra ali, que juntas se tornam uma coisa grande, me dou conta de que não posso controlar o mundo, não possos controlar nem ao menos o que sinto.
Naquele ultimo segundo que antecedeu o primeiro beijo, que no meio de tanta insegurança e indecisão, vi claramente, o quanto ansiava por aquilo. Com isso me dei conta do quanto algumas coisa simplesmente acontecem, sem serem planejadas, sem serem desejadas.
Acho que não existe coisa pior, ao menos no meu mundinho roxo e cheio de estrelinhas, do que eu me dar conta do quanto uma outra pessoa o pode tornar tudp tão fraco e vulnerável.
Outra coisa que eu também odeio, ou melhor a coisa que eu mais odeio na vida, é me mostrar fragil, sentimental diante de outro, já que de uma forma ou de outra isso é o mesmo que implorar de joelhos para estar vulneravel ao caprichos de outra pessoa. Mas levando em consideração que já esta muito tarde o sono bate, e se amanhã ou depois eu me dar conta de que não deveria ter feito isso, basta usar Lord Morpheus como desculpa.
Mas o que realmente me impulsiona a escrever essas linhas é a certeza de que eu não vou conseguir que essas se tornem de conheceimento da pessoa em questão se não for dessa forma.
Sempre tive uma dificuldade enorme com sentimentos emoções, então por comodismo ou seja lá o que for, amputei o que um dia chameu de meu coração, assim era mais facil viver, amando alguns poucos e não esperando amor nem nada em troca.
Dai aparecem pessoas que após viajar mais de 300 km pra ver a minha insignificante pessoa, e pra completar lhe dizem, aquela frase de 5 letras que se espera as vezes uma vida toda para se ouvir, e eu... sou a pessoa mais fria e mais seca existente no mundo todo, e torna um momento que deveria ser unico, em um simples evento de suposições, quando na verdade não é assim que esses sentimentos se passam.
No fim das contas pra não me estende muito alem do que eu já fiz, o que eu queria dizer , por maior que seja minha dificuldade em demonstrar o que sinto, só queria que voce soubesse, por hoje (e só posso falar por hoje) eu tenho a certeza de que voce é tudo aquiloq ue me faltava, mesmo acordando cedo de uma noite sem sal e longe de voce, sentindo o gosto azedo de uma vida doce e amarga no final, e mesmo que nosso final seja amargo hoje por estar a teu lado, faz tudo valer a pena.

domingo, 2 de março de 2008

[Condicional]

Quis nunca te perder
Tanto que demais
Via em tudo céu
Fiz de tudo cais
Dei-te pra ancorar
Doces deletérios
E quis ter os pés no chão
Tanto eu abri mão
Que hoje eu entendi
Sonho não se dá
É botão de flor
O sabor de fel
É de cortar
Eu sei é um doce te amar
O amargo é querer-te pra mim
Do que eu preciso é lembrar me ver
Antes de te ter e de ser teu, muito bem
Quis nunca te ganhar
Tanto que forjei
Asas nos teus pés
Ondas pra levar
Deixo desvendar
Todos os mistérios
Sei, tanto te soltei
Que você me quis
Em todo o lugar
Li em cada olhar
Quanta intenção
Eu vivia preso
Eu sei é um doce te amar
O amargo é querer-te pra mim
Do que eu preciso é lembrar, me ver
Antes de te ter e de ser teu
O que eu queria, o que eu fazia, o que mais?
E alguma coisa a gente tem que amar
Mas o que, não sei mais
Os dias que eu me vejo só são dias
Que eu me encontro mais e mesmo assim
Eu sei também existe alguém pra me libertar

[Condicional][Los Hermanos]

sábado, 1 de março de 2008

[A menina dos fósforos]

Estava muito frio, a neve caía e já estava começando a escurecer. Era a noite do último dia do ano. Uma menina descalça e sem agasalho andava pelas ruas, no frio e no escuro. Quando atravessou correndo para fugir dos carros, a menina perdeu os chinelos que tinham sido da mãe e eram grandes demais. Um ela não achou mais e um garoto levou o outro, dizendo que ia usar como berço quando tivesse um filho.
A menina já estava com os pés roxos de frio. Tinha um pacotinho de fósforos na mão e outro no avental velho. Naquele dia não tinha conseguido vender nada e estava sem um tostão. Com frio e com fome, ela andava pelas ruas morrendo de medo. A neve caía no cabelo cacheado, mas ela não podia pensar nem no cabelo nem no frio. As casas estavam iluminadas e havia por toda parte um cheirinho gostoso de assado de ano novo. Era nisso que ela pensava.
Num cantinho entre duas casas, ela se encolheu toda, mas continuava sentindo muito frio. Voltar para casa, nem pensar: sem dinheiro, sem ter vendido nada, era certo o castigo do pai. Além do mais, a casa deles também era muito fria, sem forro e com o telhado cheio de furos e emendas, por onde o vento entrava assobiando.
Com as mãos geladas, pensou em acender um fósforo. Conseguiu. A chama pequenina parecia uma vela na concha da mão. A menina se imaginou diante de uma lareira enorme com o fogo esquentando tudo e ela também. Mas logo a chama apagou e a lareira sumiu. Ela só ficou com o fósforo queimando na mão.
Acendeu outro que, brilhando, fez a parede ficar transparente. Ela viu a casa por dentro: a mesa posta, a toalha branca, a louça linda. O assado, o recheio, as frutas. Não é que o assado, com o garfo e faca espetados, pulou do prato e veio correndo até onde ela estava?Mas o fósforo apagou e ela só viu a parede grossa e húmida.
Acendeu mais um fósforo e se viu junto de uma belíssima árvore de Natal. Maior do que uma que tinha visto antes. Velinhas e figuras coloridas enchiam os galhos verdes. A menina esticou o braço e… o fósforo apagou. Mas as velinhas começaram a subir, a subir e ela viu que eram estrelas. Uma virou estrela cadente e riscou o céu.
-Alguém deve ter morrido. A avó - única pessoa que tinha gostado dela de verdade e que já tinha morrido - sempre dizia: “Quando uma estrela caí, é sinal de que uma alma subiu para o céu”.
A menina riscou mais um fósforo e, no meio do clarão, viu a avó tão boa e tão carinhosa, contente como nunca.
-Vovó, me leva embora! Sei que você não vai mais estar aqui quando o fósforo apagar. Você vai desaparecer como a lareira, o assado e a árvore de Natal.
E foi acendendo os outros fósforos para que a avó não sumisse. Foi tanta luz que parecia dia. E a avó ali, tão bonita, tão bonita. Pegou a menina no colo e voou com ela para onde não fazia frio e não havia fome nem dor. Foram para junto de Deus.
De manhãzinha, as pessoas viram no canto entre duas casas uma menina corada e sorrindo. Estava morta. Tinha morrido de frio na última noite do ano. Nas mãos, uma caixa de fósforos queimados.
-Ela tentou se esquentar, coitadinha.
Ninguém podia adivinhar tudo o que ela tinha visto, o brilho, a avó, as alegrias de um ano novo.
Hans Christian Andersen

[Amor Platônico]

Amor Platônico
Legião Urbana
Eu sou apenas alguém
Ou ate mesmo ninguém
Talvez alguém invisível
Que a admira a distancia
Sem a menor esperança
De um dia tornar-me visível
E você?
Você é o motivo
Do meu amanhecer
E a minha angustia
Ao anoitecer
Você é o brinquedo caro
E eu a criança pobre
O menino solitário que quer ter o que não pode
Dono de um amor sublime
Mas culpado por quere-la
Como quem a olha na vitrine
Mas jamais poderá te-lá
Eu sei de todas as suas tristezas
E alegrias
Mas você nada sabes
Nem da minha fraqueza
Nem da minha covardia
Nem sequer que eu existo
E como um filme banal
Entre o figurante e a atriz principal
Meu papel era irrelevante
Para contracenar
No final
No final
No final
******
Eu não conhecia essa letra da legião, na verdade nem sei se chegou a sair em algum álbum, mas quando eu li um dia desses por acaso, pensei comigo, preciso dela no meu blog.
Quem nunca viveu um amor platônico, de passar horas e horas pensando e nunca se achando bom o suficiente, sentindo culpa pelo que se sente. Acho que já perdi as contas de quantas vezes isso aconteceu comigo... Mas isso já é uma outra história

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

[Romeu e Julieta]

Aos amigos (outros nem tanto assim), que perguntaram eu respondo aqui: sim, eu ando parecendo uma gazelinha saltitante pelos campos verdejantes. mas como todos (ou a maioria de vocês espero) sabem, é assim que eu costumo ficar quando estou felizinha.
Por quanto tempo permanecera essa cara de idiota, a alegria, os sorrisos do nada no meio do dia, é uma boa pergunta, eu não sei. na verdade eu não sei de muita coisa, ou melhor não sei de nada além de que tudo isso está me fazendo muito bem.
É a mesma história da raposa e do pequeno principe, o você esperar o dia todo por uma coisa e com o aproximar da hora, preparar seu coração para aqueles infimos momentos que povoaram seu pensamento durante todo o dia.
Não tenho a pretendo escrever nada além do que algumas linhas, já que se trata de sentimentos um tanto recentes, e ainda incoerentes. Então por um tempo com coisinhas fofinhas, melosas e romaticas seram freqüentes por aqui.
Romeu e Julieta
Los Hermanos
Assim que o amor entrou no meio, o meio virou amor
O fogo se derreteu, o gelo se incendiou
E a brisa que era um tufão
Depois que o mar derramou, depois que a casa caiu
O vento da paz soprou
Clareou, refletiu, se cansou do ódio e viu que o sonho é real
E qualquer vitória é carnaval, carnaval, carnaval
Muito além da razão, bate forte emoção, ilusão que o céu criou
Onde apenas o meu coração amará, amará
O amor não se tem na hora que se quer, ele vem no olhar
Sabe ser o melhor na vida e pede bis quando faz alguém feliz
Vem aqui, vem viver, não precisa escolher os jardins do nosso lar
Preparando a festa pra sonhar, pra sonhar, pra sonhar
Faça chuva, vem o sol, em comum o futebol deu você e o nosso amor
Convidando as mágoas pra cantar, pra cantar, pra cantar
O amor não se tem na hora que se quer, ele vem no olhar
Sabe ser o melhor na vida e pede bis quando faz alguém feliz

domingo, 17 de fevereiro de 2008


Hoje eu vou encostar a cabeça no travesseiro e entregar meus sonhos pra você, meu bem.
Faça um bom proveito, cuide deles com carinho, tenha cuidado e os mantenha na temperatura ideal, eles são perecíveis.
Vão durar só até quando você enjoar de ser dono deles.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

[preciso falar de menina doce ou azeda?!]

Em mais um dos meus momentos de epifania Charlie Brown, me ponho a novamente pensar...(e eu faço outra coisa da vida???), como algumas coisas podem se tão bizarras, só depende do ponto de vista.
Eu sempre passei tanto tempo reclamando da vida, por estar sozinha, por sempre procurar (in)cansavelmente o garotinho ruivo (que não precisa ser necessariamente ruivo), me dou conto do quanto pode ser agradavel esta só, não solitária, mas sozinhas com meus pensamentos, com meus sentimento, sem todo aquele turbilhão de paixão que cega, consome e mata. só assim vc consegue dar valor as pequena e infimas coisas.
Só agora com o coração vazio e sereno, pude me dar conta, de que muito que eu perdi por me deixar levar por emoções exageradas, mas que esse pequenos tombos e deslizes me fizeram ser o que sou hoje (como já disse Renato Russo) fera, bicho anjo e mulher, mãe, filha irmã, menina.
sinceramente, não sei se me arependo ou não, das vezes que chorei sentada no chão do banheiro, por contas de amores não correspondidos, mal resolvidos. elas também me fizeram o que sou hoje.
Não que o sei lá em que tenho me transformando seja a melhor da escolhas a melhor das opções. mas só olohar no espelho e ficar satisfeita com o que vejo. Ainda machuco muito as pessoas ao meu redor, ainda sou muito cabeça dura, mas tenho tentado aprener com meus erros.
No fim das contas meus textos sempre falam de mudanças, mas eu snto esa necessidade impressindivel de mudar, mas isso vai ocorrendo aos poucos. Esse ano vai ser diferente, eu já me sinto diferente.
Antes que eu me esqueça, novamente escfevo um fluxo incoerente de palavras, vindas mas velhos hábitos nunca mudam, eu vou continuar sendo a mesma doce ou azeda de sempre....

PS.: isso só por que eu li e achei bem interessante:
"Pessoas inteligentes falam sobre idéias. Pessoas normais falam sobre coisas. Pessoas mesquinhas falam sobre pessoas."